É muito importante que se realize periodicamente a limpeza interna do computador, pois com o tempo vão se acumulando partículas de poeira e de todo tipo de sujeira que circula pelo ar. Essa sujeira que se acumula principalmente no cooler do processador, causa o aquecimento excessivo do mesmo, provocando danos irreversíveis ao funcionamento do computador. A sujeira que se acumula no dissipador obstrui a passagem do ar frio gerado pelo cooler, impedindo a dissipação do calor do processador. Isso acarretará em perca de desempenho nos processos (lentidão) e até mesmo perca total dos componentes. Para evitar dor de cabeça e prejuízo, é essencial que se realize uma limpeza interna em seu computador a cada seis meses – três meses se o equipamento estiver em um ambiente com muita poeira (como áreas rurais, por exemplo).
Hardware PC 365
sexta-feira, 20 de março de 2015
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Parte interna do computador
Placa-Mãe: Placa-Mãe é um dos principais componentes do computador. Ela serve de base e oferece conectores para que todos os outros componentes sejam interligados entre si.
Processador: Processador, basicamente, é o "cérebro" do computador. Praticamente tudo passa por ele, já que o processador é responsável por executar todas as instruções necessárias.
Hard Disk (HD) - Disco Rígido: HD ou Disco Rígido, é uma unidade de armazenamento permanente. Ele é responsável pelo armazenamento de dados, como: músicas, fotos, vídeos, documentos de texto, etc. E é onde o Sistema Operacional é instalado.
Memória RAM: Memória RAM é uma unidade de armazenamento volátil, ou seja, quando o computador é desligado todos os dados contidos nela se perdem.
Cooler: Cooler é o equipamento responsável pela refrigeração da parte interna do computador.
Leitor de Cartão: Leitor de Cartão serve como porta de entrada para que uma unidade de cartão de memória seja conectada ao computador.
Unidade de CD/DVD-ROM: Unidade de CD/DVD-ROM serve como porta de entrada para que uma unidade de cd ou dvd seja inserida no computador.
Fonte de Alimentação: A fonte de alimentação é o equipamento responsável pelo fornecimento de energia aos dispositivos do computador.
Processador: Processador, basicamente, é o "cérebro" do computador. Praticamente tudo passa por ele, já que o processador é responsável por executar todas as instruções necessárias.
Leitor de Cartão: Leitor de Cartão serve como porta de entrada para que uma unidade de cartão de memória seja conectada ao computador.
Unidade de CD/DVD-ROM: Unidade de CD/DVD-ROM serve como porta de entrada para que uma unidade de cd ou dvd seja inserida no computador.
Fonte de Alimentação: A fonte de alimentação é o equipamento responsável pelo fornecimento de energia aos dispositivos do computador.
O que são periféricos?
Periféricos são aparelhos ou placas que enviam ou recebem informações do computador. Na informática, o termo "periférico" aplica-se a qualquer equipamento acessório que seja ligado à CPU (unidade central de processamento), ou, num sentido mais amplo, ao computador. São exemplos de periféricos: impressoras, digitalizadores, leitores e ou gravadores de CDs e DVDs, leitores de cartões e disquetes, mouses, teclados, câmeras de vídeo, entre outros.
Cada periférico tem a sua função definida, desempenhada ao enviar tarefas ao computador, de acordo com sua função.
Existem vários tipos de periféricos:
* De entrada: basicamente enviam informação para o computador (teclado, mouse, joystick, digitalizador);
* De saída: transmitem informação do computador para o utilizador (monitor, impressora, caixa de som);
* De processamento: processam a informação que a CPU (unidade central de processamento) enviou;
* De entrada e saída: enviam/recebem informação para/do computador (monitor touchscreen, drive de DVD, modem). Muitos destes periféricos dependem de uma placa específica: no caso das caixas de som, a placa de som.
* De armazenamento: armazenam informações do computador e para o mesmo (pen drive, disco rígido, cartão de memória, etc).
* Externos: equipamentos que são adicionados a um computador, equipamentos a parte que enviam e/ou recebem dados, acessórios que se conectam ao computador.
Outros recursos são adicionados ao computador através de placas próprias: é o caso da Internet, com placa de rede ou modem; televisão, através de uma placa de captura de vídeo, etc.
Cada periférico tem a sua função definida, desempenhada ao enviar tarefas ao computador, de acordo com sua função.
Existem vários tipos de periféricos:
* De entrada: basicamente enviam informação para o computador (teclado, mouse, joystick, digitalizador);
* De saída: transmitem informação do computador para o utilizador (monitor, impressora, caixa de som);
* De processamento: processam a informação que a CPU (unidade central de processamento) enviou;
* De entrada e saída: enviam/recebem informação para/do computador (monitor touchscreen, drive de DVD, modem). Muitos destes periféricos dependem de uma placa específica: no caso das caixas de som, a placa de som.
* De armazenamento: armazenam informações do computador e para o mesmo (pen drive, disco rígido, cartão de memória, etc).
* Externos: equipamentos que são adicionados a um computador, equipamentos a parte que enviam e/ou recebem dados, acessórios que se conectam ao computador.
Outros recursos são adicionados ao computador através de placas próprias: é o caso da Internet, com placa de rede ou modem; televisão, através de uma placa de captura de vídeo, etc.
Compiladores e interpretadores
Um compilador transforma o código fonte (da linguagem que você está programando) em um código em que o computador entenda. Já um interpretador, transforma um código fonte em código que só ele (o programa que você está utilizando para escrever o código) entende. Assim,
quando um programa interpretado for iniciado, ele necessita de uma DLL (Data Definition Language - Linguagem de definição de dados) para poder rodar, que irá traduzir esse código para uma linguagem que o computador entenda.
Para melhor compreensão do compilador, vejamos um exemplo bem simples. Imagine que você trabalha dentro do computador. O computador só entende instruções em Inglês, mas o código fonte, que o programador digitou, está totalmente em Português. Suponhamos que o código digitado é: "Ele é o meu chefe". Um compilador traduziria esse código em Português para Inglês, e o programa ficaria assim: "He is my boss".
Já um Interpretador faria o inverso. Ele traduziria esse código para um jeito que só uma DLL conseguiria entender. O Programa iria sair assim: "Ri is mai bós". Assim, quando o computador precisar usar este programa, ele precisaria chamar um Intérprete (no caso a DLL) para ditar para ele o que está escrito na linguagem interpretada. É isso que ocorre no Visual Basic, por exemplo.
quando um programa interpretado for iniciado, ele necessita de uma DLL (Data Definition Language - Linguagem de definição de dados) para poder rodar, que irá traduzir esse código para uma linguagem que o computador entenda.
Para melhor compreensão do compilador, vejamos um exemplo bem simples. Imagine que você trabalha dentro do computador. O computador só entende instruções em Inglês, mas o código fonte, que o programador digitou, está totalmente em Português. Suponhamos que o código digitado é: "Ele é o meu chefe". Um compilador traduziria esse código em Português para Inglês, e o programa ficaria assim: "He is my boss".
Já um Interpretador faria o inverso. Ele traduziria esse código para um jeito que só uma DLL conseguiria entender. O Programa iria sair assim: "Ri is mai bós". Assim, quando o computador precisar usar este programa, ele precisaria chamar um Intérprete (no caso a DLL) para ditar para ele o que está escrito na linguagem interpretada. É isso que ocorre no Visual Basic, por exemplo.
Linguagem de programação
Uma ferramenta importantíssima na interação do homem com a máquina é a linguagem de programação. Ela foi criada para facilitar a nossa comunicação com o computador. A primeira linguagem de computador orientada para uso comercial é creditada à cientista americana Grace Hopper. Ela trabalhou em Harvard no UNIVAC l e ll e desenvolveu uma linguagem de programação de alto nível chamada Flow-Matic. Para facilitar o uso de computadores em aplicações científicas, a IBM desenvolveu uma linguagem que simplificaria os trabalhos que envolviam fórmulas matemáticas complexas. Iniciado em 1954 e completado em 1957, o FORTRAN (FORmula TRANslator) foi a primeira linguagem de de alto nível largamente empregada.
Existem dois tipos de linguagens de programação: as de baixo nível e as de alto nível. Os computadores interpretam tudo como números em base binária, ou seja, só entendem zero e um. As linguagens de baixo nível são interpretadas diretamente pelo computador, tendo um resultado rápido, porém é muito difícil e incômodo se trabalhar com elas. Exemplos de linguagens de baixo nível são a linguagem binária e a linguagem Assembly.
Exemplo de código em Assembly:
MOV r0, #0C ;load base address of string into r0
LOAD: MOV r1,(r0) ;load contents into r1
CALL PRINT ; call a print routine to print the character in r1
INC r0 ;point to next character
JMP LOAD ;load next character
Como pode-se notar, é uma linguagem bastante complicada.
Já as linguagens de alto nível são mais fáceis de se trabalhar e de entender, as ações são representadas por palavras de ordem (exemplo: faça, imprima, etc) geralmente em inglês, foram feitos assim para facilitar a memorização e a lógica. Elas não são interpretadas diretamente pelo computador, sendo necessário traduzi-las para linguagem binária utilizando-se de um programa chamado compilador.
Quando programamos em uma linguagem de programação de alto nível primeiramente criamos um arquivo de texto comum contendo a lógica do programa, ou seja, é onde falamos ao computador como deve ser feito o que queremos. Este arquivo de texto é chamado de código-fonte, cada palavra de ordem dentro do código-fonte é chamada de instrução. Após criarmos o código-fonte devemos traduzir este arquivo para linguagem binária usando o compilador correspondente com a linguagem na qual estamos programando. O compilador irá gerar um segundo arquivo que chamamos de executável ou programa, este arquivo gerado é interpretado diretamente pelo computador.
Existem algumas linguagens de programação que não necessitam de compiladores, como o PHP, uma linguagem dedicada à produção de websites dinâmicos, como o InfoEscola. As instruções em PHP são compiladas e executadas ao mesmo tempo.
Exemplo de código PHP (alto nível)
print ("Bem vindos visitantes do InfoEscola!");
print (" Vamos contar até 50:");
for($x=1;$x<=50;$x++) {
print $x;
print " ";
}
if(4 == 2) {
print ("Fim do mundo! 4 é igual a 2!");
} else {
print ("Ufa! 4 é diferente de 2");
}
?>
Cada linguagem de programação é diferente da outra, contendo palavras-chave próprias. Exemplos de linguagens de alto nível são C++, Java, C#, Delphi (Pascal), PHP, Visual Basic, etc.
Existem dois tipos de linguagens de programação: as de baixo nível e as de alto nível. Os computadores interpretam tudo como números em base binária, ou seja, só entendem zero e um. As linguagens de baixo nível são interpretadas diretamente pelo computador, tendo um resultado rápido, porém é muito difícil e incômodo se trabalhar com elas. Exemplos de linguagens de baixo nível são a linguagem binária e a linguagem Assembly.
Exemplo de código em Assembly:
MOV r0, #0C ;load base address of string into r0
LOAD: MOV r1,(r0) ;load contents into r1
CALL PRINT ; call a print routine to print the character in r1
INC r0 ;point to next character
JMP LOAD ;load next character
Como pode-se notar, é uma linguagem bastante complicada.
Já as linguagens de alto nível são mais fáceis de se trabalhar e de entender, as ações são representadas por palavras de ordem (exemplo: faça, imprima, etc) geralmente em inglês, foram feitos assim para facilitar a memorização e a lógica. Elas não são interpretadas diretamente pelo computador, sendo necessário traduzi-las para linguagem binária utilizando-se de um programa chamado compilador.
Quando programamos em uma linguagem de programação de alto nível primeiramente criamos um arquivo de texto comum contendo a lógica do programa, ou seja, é onde falamos ao computador como deve ser feito o que queremos. Este arquivo de texto é chamado de código-fonte, cada palavra de ordem dentro do código-fonte é chamada de instrução. Após criarmos o código-fonte devemos traduzir este arquivo para linguagem binária usando o compilador correspondente com a linguagem na qual estamos programando. O compilador irá gerar um segundo arquivo que chamamos de executável ou programa, este arquivo gerado é interpretado diretamente pelo computador.
Existem algumas linguagens de programação que não necessitam de compiladores, como o PHP, uma linguagem dedicada à produção de websites dinâmicos, como o InfoEscola. As instruções em PHP são compiladas e executadas ao mesmo tempo.
Exemplo de código PHP (alto nível)
print ("Bem vindos visitantes do InfoEscola!");
print (" Vamos contar até 50:");
for($x=1;$x<=50;$x++) {
print $x;
print " ";
}
if(4 == 2) {
print ("Fim do mundo! 4 é igual a 2!");
} else {
print ("Ufa! 4 é diferente de 2");
}
?>
Cada linguagem de programação é diferente da outra, contendo palavras-chave próprias. Exemplos de linguagens de alto nível são C++, Java, C#, Delphi (Pascal), PHP, Visual Basic, etc.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Sistema Binário
O sistema binário é um sistema de numeração posicional em que todas as quantidades se representam com base em dois números, ou seja, zero e um (0 e 1).
Os computadores digitais trabalham internamente com dois níveis de tensão, pelo que o seu sistema de numeração natural é o sistema binário. Com efeito, num sistema simples como este é possível simplificar o cálculo com o auxílio da lógica booleana. Em computação, chama-se um dígito binário (0 ou 1) de bit, que vem do inglês Binary Digit. Um agrupamento de 8 bits corresponde a um byte (Binary Term). Um agrupamento de 4 bits, ainda, é chamado de nibble.
O sistema binário é base para a Álgebra booleana (de George Boole - matemático inglês), que permite fazer operações lógicas e aritméticas usando-se apenas dois dígitos ou dois estados (sim e não, falso e verdadeiro, tudo ou nada, 1 ou 0, ligado e desligado). Toda a eletrônica digital e computação está baseada nesse sistema binário e na lógica de Boole, que permite representar por circuitos eletrônicos digitais os números, caracteres, realizar operações lógicas e aritméticas. Os programas de computadores são codificados sob forma binária e armazenados nas mídias (memórias, discos, etc) sob esse formato.
Tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange - código americano para o intercâmbio de informação)
8 Bits = 1 Byte
1024 Bytes = 1 Kilobyte (KB)
1024 Kilobytes = 1 Megabyte (MB)
1024 Megabytes = 1 Gigabyte (GB)
1024 Gigabytes = 1 Terabyte (TB)
1024 Terabytes = 1 Petabyte (PB)
1024 Petabytes = 1 Exabyte (EB)
1024 Exabytes =1 Zettabyte (ZB)
1024 Zettabytes = 1 Yottabyte (YB)
Linguagem Binária
É importante saber que os computadores possuem uma linguagem própria. Essa linguagem é a forma como eles se comunicam e é através dela que é possível a interação do homem com a máquina. Essa forma de comunicação é chamada de linguagem binária. A linguagem binária é composta por apenas dois dígitos: o zero (0) e o um (1), onde o zero seria a ausência de sinal, e o um seria o sinal propriamente dito. Exemplos: um (1) presença, zero (0) ausência; um (1) ligado , zero (0) desligado; um (1) tudo, zero (0) nada.Semelhante ao sistema de numeração arábico que usamos (que, quando se chega ao 9, retorna-se ao 0), no código binário quando se chega ao 1 volta-se ao 0, já que o conjunto só possui dois algarismos.
Um código binário (0 ou 1) é utilizado para o transporte de informações. É utilizado internamente pelos circuitos integrados do computador (mais especificamente pelo processador), referenciando instruções que ele deve tomar. Sendo o zero (0) correspondente ao estado de desligado e o um (1) correspondente ao estado de ligado.
Quando escrevemos um programa em uma linguagem de programação qualquer (como o Visual Basic (VB), Delphi, C#, etc), esta linguagem de programação é reescrita em linguagem binária, através do processo de compilação ou interpretação, que por sua vez será executado pelo processador. Assim ocorre a interação do homem com a máquina.
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